Advogada de Família · OAB/MG 089.997 · Governador Valadares

Jussane Portes Ribeiro

Separei. Recomecei. Hoje atendo com teoria e vivência.

Advocacia de família boutique, para quem busca não só técnica jurídica, mas alguém que já viveu, na prática, o que é recomeçar.

Áreas de atuação
Jussane Portes Ribeiro
Jussane tomando café

Eu não sei de ouvir falar. Eu sei porque eu vivi.

Depois de mais de vinte anos advogando — e de ter vivido, na pele, uma separação e um recomeço — aprendi que direito de família não se resolve só com o Código Civil na mesa. Hoje, quando atendo uma cliente, eu sei exatamente o que ela vai passar, inclusive a conta miúda do fim do mês. Isso mudou completamente a forma como eu advogo.

Jussane Portes Sangi Ribeiro · OAB/MG 089.997 · Conselheira do Conselho Pleno da OAB/MG

Áreas de atuação

Divórcio e Recomeço

Do processo mais delicado ao início de uma nova fase, com clareza jurídica e cuidado emocional em cada etapa.

Guarda e Convivência

Orientação sobre guarda compartilhada e unilateral, sempre com o melhor interesse dos filhos como ponto de partida.

Pensão Alimentícia

Fixação, revisão e execução, incluindo casos de inadimplência e busca ativa pelos valores devidos.

Sucessões e Partilha de Bens

Inventários judiciais e extrajudiciais, relação de bens e, quando há risco de ocultação patrimonial, arrolamento cautelar para proteger seus direitos.

Abandono Afetivo

Orientação sobre reparação por ausência de convívio e cuidado, à luz da Lei 15.240/2025.

Violência Doméstica e Lei Maria da Penha

Acompanhamento em medidas protetivas de urgência, com atuação também nas medidas de natureza cível — guarda, alimentos e partilha — que a lei já reconhece como imediatamente executáveis.

20+ anos

de advocacia

OAB/MG

inscrição 089.997

Conselho Pleno

OAB/MG

Já fui Conselheira Seccional em Governador Valadares. Hoje integro também o Conselho Pleno da OAB/MG, com atuação em processos de maior complexidade — incluindo recursos contra indeferimento de inscrição e processos de exclusão de advogados dos quadros da Ordem.

Reflexões

De vez em quando, escrevo sobre o que vejo no dia a dia do escritório — sem juridiquês, com a mesma sinceridade de sempre.

Agora é lei: abandono afetivo pode gerar reparação

Desde outubro de 2025, uma nova lei mudou o que já vínhamos discutindo há anos: cuidar também é dever.

Por muito tempo, a Justiça tratava a ausência de um pai ou mãe como algo que só o dinheiro da pensão resolvia. Mas quem vive isso sabe: falta de presença dói de um jeito que nenhuma conta bancária cobre.

Em outubro de 2025, a Lei 15.240/2025 alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente e passou a prever, de forma expressa, que a assistência afetiva — convívio, presença, acompanhamento na formação psicológica e moral do filho — é um dever dos pais, ao lado do sustento, guarda e educação. A omissão nesse dever pode gerar reparação por dano moral.

Isso não é uma novidade completa: desde 2012, o STJ já vinha reconhecendo, em decisões pontuais, que "cuidar é dever". A diferença é que agora esse entendimento virou lei escrita — o que dá mais segurança jurídica para quem precisa buscar essa reparação.

É importante entender: não é qualquer afastamento que gera direito à indenização. É preciso comprovar a omissão no dever de cuidado, o dano psicológico e o nexo entre os dois. Cada caso é avaliado com cuidado, e a prova costuma envolver laudos psicológicos e a reconstrução da linha do tempo do afastamento.

Se você vive essa realidade, saiba que hoje existe amparo mais forte na lei do que existia há alguns anos.

Guarda compartilhada: os 3 mitos que mais confundem

Não, guarda compartilhada não é dividir a semana ao meio. Entenda o que a lei realmente diz.

Guarda compartilhada é um dos temas que mais gera dúvida — e brigas desnecessárias — entre pais que já estão exaustos com a separação. Aqui vão os três mitos que mais escuto no consultório.

Mito 1: é dividir a semana meio a meio. Não é. Guarda compartilhada é sobre decisão conjunta — escola, saúde, criação — não sobre dividir o relógio igualmente. A convivência pode, e geralmente deve, ser desenhada de acordo com a rotina real das crianças.

Mito 2: serve para qualquer casal. Também não. A guarda compartilhada pressupõe um mínimo de diálogo entre os pais. Quando isso não existe, a guarda unilateral pode ser o caminho mais saudável para os filhos — e não é "perder a guarda", é adequar a decisão à realidade da família.

Mito 3: guarda unilateral tira todos os direitos do outro genitor. Errado. Mesmo na guarda unilateral, o outro genitor mantém o direito de convivência e o dever de participar das decisões importantes da vida do filho — a guarda define a residência e o exercício cotidiano, não apaga o vínculo.

Entender essas diferenças evita brigas que, no fim, machucam mais quem menos tem culpa nisso tudo: os filhos.

Vamos conversar

Atendo em Governador Valadares, presencialmente e on-line. A primeira conversa é para te dar clareza — não para te vender nada.

R. Mal. Floriano, 654 — Sala 412
Centro, Governador Valadares/MG

(33) 99191-1320

Jussane Portes Ribeiro
JPR Jussane Portes Ribeiro — Advocacia e Consultoria Jurídica
Governador Valadares, MG